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RECURSOS PSICODRAMÁTICOS NOS CASOS DE INIBIÇÃO SOCIAL

Cecília Leite Costa
8/2018

Da metade do século XX para cá, o campo das doenças mentais foi marcado por uma série de inovações que mudaram a ideia de adoecimento psíquico. As tecnologias de captações de imagens, aliadas ao desenvolvimento das pesquisas em neurologia e neurociências, custeadas pelo enorme crescimento do mercado farmacológico, criaram um novo solo de convicção teórico- científica: o de que tratamentos mais seguros são oferecidos por diagnósticos mais seguros. No caso das doenças mentais, cuja etiologia é desconhecida, o diagnóstico passou a se apoiar nas imagens cerebrais, que indicam a região afetada, contribuindo para intervenções medicamentosas mais eficazes e seletivas. As antigas doenças “emocionais ou relacionais” passam a configurar os transtornos. Dentro desse grupo se inclui o autismo, tema desse artigo. Visto que, a partir de então, o adoecimento mental passou também a seguir o critério do diagnóstico sindrômico , foi preciso alargar o conjunto das síndromes que podem estar relacionadas às principais caraterísticas definidoras do quadro diagnóstico; no caso do autismo: dificuldades na interação, dificuldades no desenvolvimento da Linguagem ou comunicação e modelos estereotipados de comportamento e interesse. Para tanto, criou-se o conceito de Espectro. O Espectro se refere ao grau de acometimento do autismo que pode variar de baixo a alto funcionamento. Dentro do espectro autista, vemos surgir diversas síndromes que definem tipos psicológicos cujas marcas são a idiossincrasia- no que toca à inserção e performance social- e habilidades -artísticas ou intelectuais- fora da média. Assim, a síndrome de Savant, por exemplo, contemplaria artistas prodigiosos com dificuldades na interação social, enquanto a síndrome de Asperger abarcaria sujeitos com a performance social muito comprometida, mas sem quadro de deficiência intelectual. Eles seriam os autistas de alto funcionamento. Nosso trabalho visa este último grupo. O contexto de inovações tecnológicas na informática e o “boom da internet” propiciou, na outra ponta, o surgimento da literatura em primeira pessoa sobre as casos “limites” ou “fronteiriços”, sem diagnóstico seguro, pelo menos com a literatura psicológica disponível até então (basicamente psicanalítica). Com a popularização do jargão médico, apoiado pelas evidências neurocientíficas, uma nova literatura começou a surgir. Essas pessoas começaram a reivindicar autoria para descreverem seus estados psicológicos como quadros anômalos e não doentes. A rápida difusão das ideias por meio da internet permitiu que elas formassem um novo grupo social, preocupado em assegurar seu espaço social, bem como seus direitos civis. Estava formada uma nova minoria identitária: o espectro autista. Os autistas se definem como sujeitos “neuroatípicos” que se constituem subjetivamente com características peculiares. Isso os torna diferentes, não deficientes. Eles querem ser aceitos, não modificados. Tampouco curados. SÍNDROME DE ASPERGER E INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA A partir da divulgação do trabalho de Hans Asperger por Lorna Wing na década de 80 e da tradução do trabalho de Asperger para o inglês por Utah Frith, em 91, o diagnóstico da Síndrome de Asperger se popularizou e passou a constar no DSM IV. Na edição seguinte do DSM, a categoria das Síndromes relativas ao Espectro autista foi excluída. Manteve-se o TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA, que se subdivide pelos critérios dos tipos de deficiência (comunicacão, interação, etc..); padrões de comportamento (estereotipados, interesses restritivos e persistentes -em pessoas, objetos ou assuntos) e o nível de gravidade. De qualquer maneira, esse vasto leque de sujeitos, agora colocados em evidência, continuam sendo um grande desafio para os profissionais da psique. Se por um lado o avanço da neurociência e da farmacologia acenaram com a promessa de intervenção medicamentosa mais segura, por outro, o diagnóstico clínico se tornou mais complexo. Sem um quadro de déficit intelectual, mas com prejuízo considerável nas relações sociais, esse grupo social e diagnóstico foi uma espécie de “calcanhar de aquiles” da psiquiatria. Essas pessoas traziam um quadro de grande sofrimento na infância e crônico na fase adulta, mas sem uma boa resposta à medicação. Naturalmente histórias de anos de exclusão e retraimento social, com eventos recorrentes de bullying, fracassos sucessivos nas tentativas de se relacionarem, colaboravam para o surgimento e desenvolvimento de quadros de ansiedade, depressão e, em função da desestabilização emocional, de maus desempenhos escolares e acadêmicos. Isso fez com que, sem um correto diagnóstico, muitas dessas pessoas fossem mal medicadas como psicóticas, como quadros de ansiedade generalizada, dentre outros sem melhora. Esse processo levou ao consenso, entre os psiquiatras que se ocupavam da síndrome, que esses casos não configuravam quadros clínicos com indicação de tratamento medicamentoso. Problemas na sociabilidade não seriam da área da psiquiatria, agora identificada com o tratamento sindrômico e não mais com o processo terapêutico. Eles deveriam ser encaminhados para psicoterapias. A aposta era em modelos de terapia breve, focadas nas mudanças de comportamento, cujo papel seria complementar às intervenções farmacológicas. A dobradinha medicação e terapia cognitivo-comportamental (T.C.C) teve bons resultados e se estabeleceu como alternativa, atualizada, à psicanálise. A lacuna dessa proposta terapeuta era não adentrar o terreno da rigidez de comportamentos, i. é, não ter recursos para trabalhar as situações inusitadas, que exigiam respostas espontâneas, contextos altamente ansiogênicos para esses indivíduos. Eles continuavam sem flexibilidade, sem condições de entenderem as sutilezas e ironias tácitas à linguagem ordinária e, portanto, sem capacidade de se inserirem em redes sociais mais amplas. PSICODRAMA E ESPECTRO AUTISTA Desse contexto surgiu o interesse no trabalho com o psicodrama para o Transtorno Autista. O psicodrama moreniano se baseia na condição humana espontânea, característica essencial para a experiência de vida autêntica. Moreno pretendia desenvolver uma teoria atrelada à prática e que concernisse à natureza humana social. Assim, a espontaneidade, além de não ser causada , deveria ser também criadora, já que o ato criativo é produto da energia posta em ação. Seu postulado parece ter sido uma tentativa de se diferenciar da energia psíquica freudiana, visto que ele não concebia uma “energia que se conservasse” e, em decorrência, se “tornasse sintoma” (patologia). Para ele, a energia precisava ser conservada, pois isso explicaria todas as aquisições culturais que se tornam um padrão ou modelo a ser seguido. Isso, porém, define as conservas culturais, que precisam ser quebradas continuamente dando espaço ao novo, num ciclo interminável que definiria o movimento da criatividade. O problema não era somente distinguir entre a energia que adoece e a que se torna um padrão cultural a ser seguido e, depois, superado. Antes disso, de que energia se fala? A energia não estaria fadada a se conservar? Se for conservada, qual a diferença entre essa e a energia freudiana que seria, posteriormente, sublimada? O que caracteriza a energia espontânea/ criativa? Qualquer novidade é espontaneidade? E o comportamento patológico? Estaria incluído na Conserva? Como distingui-los? Ademais, entre o impulso novo e a conserva cultural, vários graus de expressão ocorrem. Como definir o ponto em que um impulso se conservou? Como evitar que uma conserva seja um produto fossilizado? Qual fronteira os delimitaria? Em primeiro lugar, Moreno se perguntou porque a energia psíquica teria que ser compreendida à luz da energia física. Se não for assim, podemos conceber uma energia original que catalisa o processo e se transforma, sem participar do seu produto. Todo impulso primeiro é espontâneo. Essa energia catalizadora porém, precisa perecer, sob pena de perder a coerência- perder a qualidade de força indeterminada e disparadora da ação- e, por outro lado, precisa produzir algo “tangível”, de forma que possamos perceber ou discriminar sua presença como coisa ou evento no mundo. Depois, para falar com Schutzenberger: “Espontaneidade não é fazer qualquer coisa em qualquer momento, em qualquer lugar, de qualquer maneira e com qualquer pessoa. Ser espontâneo é fazer o oportuno no momento necessário. É uma resposta boa à uma situação nova (...), que deve ser pessoal e integrada, não uma repetição ou citação inerte destituída de origem e contexto”. (Schutzenberger, in Garrido, p.132) Logo, não é qualquer conduta nova que testemunha criatividade, tampouco qualquer conduta adaptada expressa espontaneidade. A adequação pode ser tão estéril que torna o sujeito inflexível, rígido, conservado. Bem como a novidade pode ser tão incoerente com a conduta do sujeito, que o paralisa no gesto mais simples, diz Moreno, como “cortar um pedaço de pão” ( Moreno, Apud Garrido, 1996,p.131). Essa seria a espontaneidade patológica. Faltava, contudo, explicar como o comportamento espontâneo e criativo se conciliaria com o adaptado. Não seriam excludentes? A solução de Moreno foi distinguir quatro graus de espontaneidade: O primeiro seria o impulso propriamente dito, que tende a se tornar Conserva, pois ativa os estereótipos culturais. O segundo, a espontaneidade como aquisição cultural, que cria novos organismos, formas de arte e estruturas ambientais e se refere à criatividade. O terceiro, no qual ela se manifesta na originalidade das livres expressões da personalidade ou, dito de outra forma, na maneira singular de lidar com os acontecimentos. O quarto grau corresponde ao máximo de espontaneidade, ou seja, a capacidade de dar respostas adequadas a circunstâncias ordinárias da vida, porém apresentadas de surpresa ou, em outros termos, a capacidade de improvisar. Dessa forma, fundamentou empiricamente a espontaneidade buscando dar conta: da conjunção entre o novo e o adequado, da variação entre os diversos níveis de espontaneidade, da valorização da novidade e da originalidade e, por fim, da distinção entre um ato original e um “ato qualquer”. Certamente as soluções de Moreno para os impasses conceituais deixam a desejar. Ainda hoje não há consenso entre os seus comentadores sobre como combinar novidade e adequação no mesmo conceito, se improvisação e espontaneidade seriam sinônimos (como chegou a dizer Moreno no Improptu) ou se a primeira seria a condição/ contexto de surgimento da segunda. O lugar do comportamento patológico, deliberadamente evitado por ele, parece ser acomodado ad hoc para incluir a psicose na teoria da espontaneidade. A despeito disso, a riqueza da proposta está, por um lado, na aposta na integração do sujeito e, por outro, no repertório de técnicas cujo escopo seja desbloquear os recursos inibidos. A integração acontece por meio da recuperação da espontaneidade, que tem seu ápice na capacidade de improvisar. Com isso temos um aporte teórico para pensar sobre os inadaptados ou inibidos sociais. As técnicas, por sua vez, aceleram a mobilização dos núcleos de conflito e desbloqueiam as emoções inibidas. Com isso se recupera a fruição da espontaneidade, que responderia por uma conduta adequada, adaptada. Sem entrar em detalhes que excedem o propósito do trabalho, a cena moreniana começa com o pressuposto da Realidade Suplementar. Ela é realidade com a qual trabalhamos, supondo uma teoria sobre a imaginação e a fantasia. Nela começaremos a vivenciar as situações reais “como se” pudessem ser vividas de outra forma. Partindo dessa premissa, os sujeitos começam a experimentar se verem de fora (no Espelho), se colocarem no lugar do outro ( Inversão de papéis), ouvirem de fora conteúdos tácitos à sua fala que não puderam ser expressos (Duplo), etc... Curiosamente, essas são as alegações de déficit no Espectro Autista: déficit na teoria da mente, na empatia, na capacidade de perceber as sutilezas tácitas na comunicação. Em outro exemplo, na concretização, alguém que se sente rejeitado pode viver a rejeição em uma imagem na qual evidencia “estar de fora” ou concretizar o fundo de um poço, numa situação de depressão. Nesse caso, associamos a concretização moreniana ao Psicodrama Interno e criamos uma cena em que ele imagine que recursos poderiam ser úteis para sair dali: por exemplo, desdobrar-se em “dois eus” e assistir a um outro menos tímido descarregar a emoção que ele ainda não pode. Essa cena pode ser imaginada pelo sujeito ou realizada pelo ego auxiliar. Uma história que descreva um conflito neurótico comum a todos os presentes, pode ser encenada pelo diretor de um lado do sujeito e o ego auxiliar do outro, representando sua divisão interna. Essa situação pode espelhar conflitos dos colegas que sejam compartilhados, no final do encontro, no momento para isso. Além desses, muitos outros recursos podem ser utilizados. Assim, seguindo com Moreno, pressupomos emoções bloqueadas que podem ser “destravadas” de forma a liberar a criatividade. A suposição é interessante, mas tem algumas implicações teóricas e práticas, no que toca ao argumento do trabalho. Primeiro, é preciso supor uma “experiência íntegra”, para além do quadro sindrômico . O que está em jogo são experiências que não conseguem ser narradas, “ditas” e que vem à tona na forma de catarses, descargas emocionais. A parceria psiquiatria apoiada na avaliação diagnóstica sindrômica e grupo terapêutico comprometido com a integração da experiência subjetiva (não somente com o treino de comportamentos), não são, necessariamente, projetos terapêuticos incompatíveis. Se a base do entendimento do adoecimento mental se mantém refratária ao diagnóstico psicodinâmico, porém, é possível que surjam as mesmas críticas feitas à psicanálise há décadas atrás. Isso porque, mesmo que o grupo terapêutico não tenha a pretensão de investigar angústias, ansiedades, em suma, aprofundar o trabalho nos universos psíquicos individuais; o trabalho se propõe a catalisar emoções que atualizam conflitos latentes. Nesse sentido, seguimos o script freudiano. Isso quer dizer que uma cena eficiente que mobilize, por exemplo, um núcleo de conflito com o chefe ou com um colega de turma, trabalha, por tabela, um conflito anterior à essa situação (por exemplo, um conflito com o pai). Essa seria a razão, para Moreno ou para Freud, da situação atual mobilizar um desconforto e sofrimento desproporcionais à importância da situação presente. Logo, se tudo der certo, o psicodrama é eficaz no desbloqueio da emoção e, eventualmente, na dissolução desse núcleo de conflito. O conflito maior, com o pai, porém, permanece latente. Se trabalhar o núcleo de conflito será suficiente para a retomada do curso espontâneo da vida, só o tempo irá dizer. Talvez não seja necessário buscar “conflitos originais” para ter recursos de saúde psíquica para lidar com as dificuldades circunstanciais da vida. Muitas vezes, todavia, a situação tornará a se apresentar em outra vicissitude e a fragilidade emocional tornará a se fazer presente. É possível que esse seja o caso na maioria dos quadros contemplados na inibição social. Por isso, o ideal é que haja um espaço em que o sujeito possa trabalhar o conflito original, que se reitera nos diversos núcleos de conflito atuais. Logo, seria importante ter um outro ambiente em que ele trabalhe sua auto-continência. De outro viés, a pretensão do trabalho em grupo, nesses casos, é muito mais modesta que a das psicoterapias individuais processuais, visto que a ambição não é se aprofundar nos temas individuais. A possibilidade de descarga e redirecionamento das emoções bloqueadas e o compartilhamento das experiências traumáticas nos grupos de pares, num ambiente protegido e de continência, de um modo geral, aumenta o sentimento de pertencimento, de confiança em si próprio e, por conseguinte, da própria auto-continência para fazer face às dificuldades da vida fora dos settings terapêuticos. Nos casos de inibição mais graves, a própria experiência dos colegas contribui como sugestão ou como catalizador de experiências aparentemente inéditas para eles. Se elas estiveram sempre ali (“dentro deles”) ou se foram sugestionadas pelas outras experiências, extrapola os limites desse trabalho. O que importa é que eles comecem a se apropriar, em primeira pessoa, das suas experiências de forma autoral, criativa. Essa, contudo, não é uma promessa de equilíbrio da saúde psíquica ou de reorganização da autoestima dos sujeitos em longo prazo, se não houver o comprometimento de cada um com a pesquisa dos processos que culminaram na situação atual. Por conseguinte, se supusermos que conflitos virão à tona, que conteúdos anteriores serão mobilizados e que há uma unidade a ser integrada, um arranjo terapêutico consistente e cuidadoso, para esses casos, seria conjugar o trabalho em grupo com a psicoterapia individual. Visto que o grau de acometimento das inibições é muito extenso, é preciso avaliar, em cada caso, qual seria o arranjo mais eficaz: se somente a terapia em grupo, se ambas ao mesmo tempo ou se combiná-las em momentos diferentes. SÍNDROMES / INIBIÇÃO SOCIAL E PSICODRAMA Finalmente, o público de inibidos sociais, para esse trabalho, contempla todos aqueles que tenham certa capacidade intelectual preservada e, a despeito das performances intelectuais, não consigam se relacionar e corresponder às performances sociais. Ou ainda, em função de questões emocionais graves, tenham as performances sociais e intelectuais comprometidas. Dessa perspectiva, a precisão diagnóstica não é o mais importante. Se categorias mudam de nomenclatura ou se novas categorias são criadas, isso não é determinante para a eleição do participantes. Se nos referirmos à pessoas com esse perfil e que não respondam à medicação, elas são boas candidatas ao quadro que definimos como inibição social. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1) Almeida, W. C, Gonçalves, C. S, Wolff J.R Lições de Psicodrama. Introdução ao pensamento de J.L. Moreno. São Paulo: Ágora, 1988. 2) Costa, Cecília Leite e Marrocos, Rogério Pasano. "Síndrome de Asperger". Polêmica. 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